espaço para" refilar" e reflectir. O cidadão tem direitos e deveres ou deveres e direitos? Poderá ser arbitrária a ordem dos factores?
domingo, 3 de junho de 2012
política e corrupção
Gestão danosa é CRIME , tem de ser , e o facto de os políticos se continuarem a esconder sob a capa de decisões políticas tem de acabar. A má gestão quando praticada a coberto da DECISÃO POLÍTICA tem outro nome :CORRUPÇÃO ,e como tal deverá ser investigada e exemplarmente punida!!!
sábado, 26 de maio de 2012
Desemprego disparou? Culpa do Estado 24 Maio 2012 | 23:30 Camilo Lourenço - camilolourenco@gmail.com Partilhar 819
"Chris Anderson [Leitor não registado] 26 Maio 2012 - 00:04
O consumidor cria postos de trabalho
O consumidor cria postos de trabalho
“Um consumidor ‘normal’ cria mais postos de trabalho do que um capitalista"
É absolutamente espantoso a forma substancial de como uma ideia pode influenciar a sociedade e as suas políticas. Considerem a seguinte:
Se os impostos dos mais ricos aumentarem, a criação de emprego declinará.
Esta ideia é uma profissão de fé para os republicanos e raramente desafiada pelos democratas, tendo influenciado sobremaneira o ambiente económico da actualidade.
Mas, por vezes, as ideias que damos como certas estão completamente erradas. Durante milhares de anos as pessoas acreditavam que a Terra era o centro do universo. Não é e um astrónomo que continue a acreditar nesta ideia é um mau astrónomo.
Da mesma forma, um decisor político que acredita que são os ricos e os seus negócios os verdadeiros ‘criadores de empregos’ e que, devido a essa razão, não devem ser taxados, é um mau decisor político.
“”Fundei ou ajudei a fundar dúzias de negócios e, inicialmente, contratei imensas pessoas. Mas se ninguém tivesse a capacidade de comprar o que tínhamos para vender, todos os meus negócios teriam fracassado e todos esses postos de trabalho ter-se-iam evaporado.
E é por isto que afirmo, com confiança, que as pessoas ricas não criam emprego, nem as empresas, pequenas ou grandes. O que conduz a mais emprego é um ‘ciclo de vida’, uma espécie de ciclo de reacção entre consumidores e negócios. E apenas os consumidores podem colocar em movimento este ciclo virtuoso de aumentar a procura e, por conseguinte, a contratação de trabalhadores. E, neste sentido, um consumidor normal da classe média é muito mais um criador de emprego do que um capitalista como eu.
Qualquer pessoa que já tenha gerido um negócio sabe que contratar mais pessoas é um recurso capitalista de último caso, algo que só fazemos quando o aumento da procura por parte do consumidor assim o exige. Neste sentido, denominarmo-nos como criadores de emprego não só é desadequado, como desonesto.
“As nossas políticas actuais estão viradas ao contrário. Quando se tem um sistema fiscal no qual a maioria das isenções e as taxas mais baixas beneficiam os mais ricos, tudo em nome da criação de emprego, o que acaba por acontecer é que os ricos ficam mais ricos.
Desde 1980, a quota de rendimentos para os americanos mais ricos mais do que triplicou, ao mesmo tempo que as taxas de impostos efectivas declinaram quase 50%.
Se fosse verdade que taxas mais baixas de impostos e mais riqueza para os ricos conduziriam a uma maior criação de emprego, então hoje estaríamos afogados em empregos. Mas e como sabemos o desemprego e o sub-emprego continuam em níveis elevadíssimos."
Chris Anderson
É absolutamente espantoso a forma substancial de como uma ideia pode influenciar a sociedade e as suas políticas. Considerem a seguinte:
Se os impostos dos mais ricos aumentarem, a criação de emprego declinará.
Esta ideia é uma profissão de fé para os republicanos e raramente desafiada pelos democratas, tendo influenciado sobremaneira o ambiente económico da actualidade.
Mas, por vezes, as ideias que damos como certas estão completamente erradas. Durante milhares de anos as pessoas acreditavam que a Terra era o centro do universo. Não é e um astrónomo que continue a acreditar nesta ideia é um mau astrónomo.
Da mesma forma, um decisor político que acredita que são os ricos e os seus negócios os verdadeiros ‘criadores de empregos’ e que, devido a essa razão, não devem ser taxados, é um mau decisor político.
“”Fundei ou ajudei a fundar dúzias de negócios e, inicialmente, contratei imensas pessoas. Mas se ninguém tivesse a capacidade de comprar o que tínhamos para vender, todos os meus negócios teriam fracassado e todos esses postos de trabalho ter-se-iam evaporado.
E é por isto que afirmo, com confiança, que as pessoas ricas não criam emprego, nem as empresas, pequenas ou grandes. O que conduz a mais emprego é um ‘ciclo de vida’, uma espécie de ciclo de reacção entre consumidores e negócios. E apenas os consumidores podem colocar em movimento este ciclo virtuoso de aumentar a procura e, por conseguinte, a contratação de trabalhadores. E, neste sentido, um consumidor normal da classe média é muito mais um criador de emprego do que um capitalista como eu.
Qualquer pessoa que já tenha gerido um negócio sabe que contratar mais pessoas é um recurso capitalista de último caso, algo que só fazemos quando o aumento da procura por parte do consumidor assim o exige. Neste sentido, denominarmo-nos como criadores de emprego não só é desadequado, como desonesto.
“As nossas políticas actuais estão viradas ao contrário. Quando se tem um sistema fiscal no qual a maioria das isenções e as taxas mais baixas beneficiam os mais ricos, tudo em nome da criação de emprego, o que acaba por acontecer é que os ricos ficam mais ricos.
Desde 1980, a quota de rendimentos para os americanos mais ricos mais do que triplicou, ao mesmo tempo que as taxas de impostos efectivas declinaram quase 50%.
Se fosse verdade que taxas mais baixas de impostos e mais riqueza para os ricos conduziriam a uma maior criação de emprego, então hoje estaríamos afogados em empregos. Mas e como sabemos o desemprego e o sub-emprego continuam em níveis elevadíssimos."
Chris Anderson
publicado no JORNAL DE NEGÓCIOS em 26 de maio de 2012
sábado, 14 de abril de 2012
Os Bancos e o Cidadão
Quando um BANCO está na falência é salvo pelo Estado com o dinheiro que saca aos contribuintes.
Mas se um contribuinte fica sem dinheiro para pagar a prestação da casa ,porque o Estado lho tirou para dar ao Banco ,este tira~lhe a casa.Pior ,tira-lhe a casa por metade do seu VALOR REAL, e parte do vencimento que lhe resta e ainda,se isto não chegar, vai sacar a casa do fiador!!!! São 170.000 famílias portuguesas a viver este drama perante a indiferença e total passividade deste poder "DEMOCRÁTICO"!!!!
"Os portugueses entregaram aos bancos cerca de 2.300 imóveis por não conseguirem pagar os créditos. Segundo contas da Associação dos Profissionais e Empresas de Mediação Imobiliária de Portugal (APEMIP), nos primeiros três meses deste ano foram entregues em média mais de 25 casas por dia em dação em pagamento.
Segundo dados da APEMIP, 75% tem casa própria, mas apenas uma minoria ¿ 15% - consegue pagar o respetivo empréstimo sem qualquer dificuldade.
A crise e o desemprego revelam uma subida de 74% na devolução de imóveis, em comparação com o mesmo período do ano passado.
Entrega do imóvel não salda dívida
A entrega do imóvel ao banco não representa automaticamente que a dívida fica saldada. O banco procede a uma reavaliação do imóvel e, para que a dívida fique saldada, é necessário que o valor do imóvel cubra o valor da dívida.
Como nos últimos tempos os imóveis sofreram fortes desvalorizações, é frequente que a reavaliação revele que o valor do imóvel é agora inferior ao valor em dívida. Nestes casos, apesar da entrega do imóvel em dação em pagamento, o devedor fica ainda obrigado ao pagamento da diferença entre a dívida e o valor do imóvel."
publicado por Agência Financeira em 18 04 2012
segunda-feira, 19 de março de 2012
Eça é que é essa.
O Walt Disney e a mulherada
A fonte de muitos males e de muitas dificuldades na vida de uma
mulher está em sua dificuldade em integrar e superar as feridas
afetivas; os sentimentos feridos provocam por sua vez os ataques
negativos do animus*.
Em grande número de casos, os sofrimentos da mulher provêm dessa reação
arquetípica que consiste em não saber superar uma ferida, um rancor ou
um mau humor devidos a uma decepção no campo do sentimento. Essa reação
submerge a pessoa que se encontra invadida por uma perturbação emotiva
ou um estado de possessão. [...] É por isso que quando uma mulher está sob a influência de um animus negativo, ela sempre se exprime num tom queixoso e ofendido. In: "O feminino nos contos de fadas", Marie-Louise von Franz
publicado por: http://ecaequeeessa.blogspot.pt/
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